Homens devem evitar erros na academia que podem prejudicar a saúde sexual, alertam especialistas. A musculação traz benefícios amplos à saúde, mas alguns hábitos de treino, quando feitos de forma incorreta ou com excesso de tensão muscular, podem gerar consequências inesperadas.
Segundo profissionais da área, a combinação de técnica inadequada, respiração incorreta e tensão constante pode sobrecarregar regiões do corpo, incluindo a pelve. O assoalho pélvico é um conjunto de músculos essencial para sustentar órgãos internos, estabilizar o core e auxiliar funções urinárias e sexuais. Quando essa região está em desequilíbrio, os efeitos podem ser significativos.
O personal trainer Toby King explicou que esses músculos estão diretamente ligados à ereção. “Eles participam do fluxo sanguíneo e da resposta sexual. Se estiverem tensionados, podem comprometer esse processo”, afirmou.
Exercícios que merecem atenção
Alguns exercícios exigem forte ativação do core e podem contribuir para a sobrecarga do assoalho pélvico, principalmente quando realizados com má postura ou carga excessiva. Entre os movimentos que merecem atenção estão aqueles executados de forma inadequada ou sem controle respiratório adequado.
Sinais de sobrecarga muscular
Quando há excesso de tensão muscular nessa região, o corpo pode apresentar sinais que vão além do treino. Em muitos casos, os sintomas afetam diretamente o bem-estar diário. Entre os principais estão dor pélvica, desconforto durante relações sexuais e alterações urinárias, que podem surgir de forma progressiva.
Como prevenir o problema
A prevenção envolve ajustes simples na rotina de treino e atenção à respiração. Em muitos casos, pequenas mudanças já ajudam a reduzir a tensão acumulada na pelve. O foco deve estar no relaxamento muscular e no controle respiratório, não apenas na força.
O excesso de tensão muscular contínua pode levar o corpo a um estado de rigidez que afeta diversas funções, incluindo a sexual. Por isso, o equilíbrio no treino é fundamental. Segundo profissionais da área, o ideal é integrar força, mobilidade e relaxamento, evitando sobrecargas repetitivas que possam comprometer o assoalho pélvico.
A matéria foi publicada em 24 de abril de 2026 pelo site Terra Brasil Notícias.
