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Febre infantil: o que as mães precisam saber, segundo o Clínico Geral Dr. Magno Prado

Febre infantil: o que as mães precisam saber, segundo o Clínico Geral Dr. Magno Prado

A febre segue sendo um dos motivos que mais despertam apreensão entre mães de crianças pequenas. Basta o termômetro marcar acima do habitual para que surja a impressão de que algo grave está em curso. Embora o medo seja compreensível, a elevação da temperatura costuma significar exatamente o contrário: o corpo identificou um invasor e está agindo para combatê-lo.

É nesse espaço entre receio e realidade que surgem as dúvidas mais frequentes. “A febre assusta, claro, mas na maior parte das vezes, não representa gravidade. É mais útil perceber se a criança está diferente do habitual e como ela lida com o mal-estar”, afirma o Clínico Geral Dr. Magno Prado, de CRM 7659/SE, que atende em Itabaiana, em Sergipe, e também de forma online.

Segundo o médico, a febre é um aumento temporário da temperatura desencadeado pelo sistema imunológico quando detecta agentes estranhos. Ao elevar o calor interno, o organismo reduz a multiplicação de vírus e bactérias e favorece o trabalho das células de defesa. É um processo previsto pelo corpo, não um sinal de falha.

Mesmo assim, muitos pais se apoiam quase exclusivamente no número exibido pelo termômetro. Dr. Magno explica que, para compreender melhor o quadro, vale observar elementos práticos do dia a dia. Falta de energia intensa, recusa persistente de líquidos ou irritabilidade incomum chamam mais a atenção do que a temperatura isolada. 

Uma criança que, apesar da febre, continua interagindo de forma próxima ao habitual geralmente enfrenta um quadro leve e autolimitado: “O que diz se é algo mais grave é o conjunto de sinais, como prostração, moleza extrema, choro que não cessa, dores e não apenas a febre em si”, comenta.

Entre as preocupações mais recorrentes está a convulsão febril, episódio que assusta pela intensidade, mas é menos frequente do que se imagina. Ela costuma ocorrer em crianças entre seis meses e seis anos, principalmente quando a temperatura sobe rapidamente. O evento tende a ser breve e não deixa sequelas, embora necessite de avaliação após o término da convulsão, para investigar se há algo mais sério por trás do episódio.

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Nessas horas, também é comum surgir a dúvida sobre qual médico procurar. O Clínico Geral, no entanto, continua sendo o primeiro profissional indicado para grande parte das situações iniciais inespecíficas, inclusive quando envolve crianças. 

Com uma experiência ampla e uma visão global, ele consegue avaliar o contexto, diferenciar quadros leves de sinais de alerta e orientar os próximos passos com segurança, acionando outras áreas quando o caso realmente exige. “Entender o contexto, a rotina e o histórico ajuda a direcionar cada caso com mais precisão e evita intervenções desnecessárias”, afirma o clínico geral Dr. Magno Prado.

Reconhecer quando buscar atendimento faz parte desse cuidado. Febre que dura mais de três dias, sinais de desidratação, manchas pelo corpo, sonolência acentuada, dificuldade para respirar ou qualquer mudança marcante no comportamento justificam a avaliação. A oferta de consultas presenciais e online facilita esse acesso e evita que a dúvida se prolongue.

Quando compreendida de forma correta, a febre deixa de ser um vilão e passa a ser vista como uma etapa natural da resposta do corpo. A informação clara e o acompanhamento de um profissional de confiança tornam esses episódios menos angustiantes para as famílias.

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Para acompanhar conteúdos sobre saúde infantil e bem-estar da família, siga o Dr. Magno Prado no Instagram: instagram.com/magnoprado. Consultas presenciais e online podem ser agendadas pelo link disponível no perfil.

Sobre o autor: Marco Jean

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